quinta-feira, 28 de março de 2013

Febre Maculosa



Senhores Condôminos, a população de capivaras tem  aumentado exageradamente nos últimos anos, devido a falta de predadores destes animais, a caça proibida e abundancia de água e comida na região.

Por serem hospedeiros do carrapato Amyomma cajennense (conhecido como estrela) transmissor da bactéria rickettsia rickettsii (causador da doença conhecida como febre maculosa), funcionários da Prefeitura de Jundiaí estiveram aqui para tomarem conhecimento e avaliarem a situação e se propuseram a fazer o levantamento da quantidade e esterilizar os machos do bando das capivaras.

Pois os técnicos concluíram que será a melhor maneira de combater estes parasitas visto que não é possível combater os carrapatos diretamente porque ainda não se criou um veneno eficaz.

A época de reprodução dos ovos acontece nos meses de março e abril.

Nossa prevenção deverá ser mantendo os gramados baixo que é onde eles ficam alojados, foi o que os técnicos concluíram para combater estes parasitas.

Sinais e Sintomas
A febre maculosa pode ser muito difícil de diagnosticar em seus estágios iniciais, mesmo por médicos experientes que estejam familiarizados com a doença.
Os pacientes infectados com a R. rickettsii geralmente procuram um médico na primeira semana de sua doença, depois de um período de incubação de aproximadamente 5 a 10 dias após a mordida do carrapato. A apresentação clínica inicial da febre maculosa não é específica e pode assemelhar-se a uma variedade de outras doenças, infecciosas ou não.
Os sintomas iniciais podem incluir:
·         febre
·         náusea
·         vômitos
·         dor de cabeça severa
·         dores musculares
·         falta de apetite
Com a evolução da doença, sinais e sintomas podem incluir:
·         exantema petequial
·         dor abdominal
·         dores articulares
·         diarréia

Tratamento


A febre maculosa brasileira tem cura desde que o tratamento com antibióticos (tetraciclina e cloranfenicol) seja introduzido nos primeiros dois ou três dias. O ideal é manter a medicação por dez a quatorze dias, mas logo nas primeiras doses o quadro começa a regredir e evolui para a cura total. Atraso no diagnóstico e, consequentemente, no início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins e pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.