Senhores Condôminos, a
população de capivaras tem aumentado
exageradamente nos últimos anos, devido a falta de predadores destes animais, a
caça proibida e abundancia de água e comida na região.
Por serem hospedeiros
do carrapato Amyomma cajennense (conhecido como estrela) transmissor da
bactéria rickettsia rickettsii (causador da doença conhecida como febre maculosa), funcionários da
Prefeitura de Jundiaí estiveram aqui para tomarem conhecimento e avaliarem a
situação e se propuseram a fazer o levantamento da quantidade e esterilizar os
machos do bando das capivaras.
Pois os técnicos concluíram
que será a melhor maneira de combater estes parasitas visto que não é possível
combater os carrapatos diretamente porque ainda não se criou um veneno eficaz.
A época de reprodução
dos ovos acontece nos meses de março e abril.
Nossa prevenção deverá
ser mantendo os gramados baixo que é onde eles ficam alojados, foi o que os
técnicos concluíram para combater estes parasitas.
Sinais e Sintomas
A febre maculosa pode ser muito
difícil de diagnosticar em seus estágios iniciais, mesmo por médicos
experientes que estejam familiarizados com a doença.
Os pacientes infectados com a R.
rickettsii geralmente procuram um médico na primeira semana de sua
doença, depois de um período de incubação de aproximadamente 5 a 10 dias após a
mordida do carrapato. A apresentação clínica inicial da febre maculosa não é
específica e pode assemelhar-se a uma variedade de outras doenças, infecciosas
ou não.
Os sintomas iniciais podem
incluir:
·
febre
·
náusea
·
vômitos
·
dor de cabeça severa
·
dores musculares
·
falta de apetite
Com a evolução da doença, sinais
e sintomas podem incluir:
·
exantema petequial
·
dor abdominal
·
dores articulares
·
diarréia
Tratamento
A febre maculosa brasileira tem cura desde que o
tratamento com antibióticos (tetraciclina e cloranfenicol) seja introduzido nos primeiros dois ou três dias. O
ideal é manter a medicação por dez a quatorze dias, mas logo nas primeiras
doses o quadro começa a regredir e evolui para a cura total. Atraso no
diagnóstico e, consequentemente, no início do tratamento pode provocar
complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos
rins e pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.
